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Os grampos do operador do PT

O doleiro da Odebrecht, Álvaro Novis, gravou 74 chamadas do operador do PT, William Ali Chaim, para combinar o pagamento de propinas.

Isso mesmo: 74.

Só entre 2014 e 2015.

Diz o Estadão, que reproduziu as chamadas que foram entregues à Lava Jato:

“Segundo registros da transportadora de valores que entregava os pacotes de dinheiro nos imóveis, Chaim recebeu ao menos R$ 22 milhões em um período de oito meses.

A maior parte dos pagamentos ocorreu em um flat em Moema, zona sul paulistana, e teria como destinatário o casal João Santana e Mônica Moura, e o publicitário Valdemir Garreta, todos marqueteiros de campanhas petistas.

Nos áudios, Chaim conversa com Márcio Freira do Amaral e Edimar Moreira Dantas, funcionários do doleiro Álvaro José Novis responsáveis por agendar por telefone as entregas de dinheiro com os intermediários indicados pelos políticos e agentes públicos que ficariam com o dinheiro.

Segundo Mônica Moura, Chaim foi indicado para receber o dinheiro em seu nome pelo ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, que está preso pela Lava Jato em Curitiba, e ficava com cerca de 3% dos pagamentos como comissão.”

O PT ainda não foi extinto?

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