A sabujice de Vaccarezza

Cândido Vaccarezza não conseguiu se reeleger deputado em 2014, mesmo tendo sido líder do governo de 2010 a 2012. Dias depois, deu a Léo Pinheiro, a quem chamava de amigo, seis motivos para a derrota sofrida nas urnas. O Globo reproduziu as mensagens enviadas por WhatsApp. A sua sabujice é asquerosa:

  1. “o PT perdeu muita base em São Paulo;
  2. minha base política própria é menor do que eu avaliava;
  3. uma parte do PT desenvolveu uma guerra dura contra mim e eu não identifiquei e nem reagi a altura (uma parte do PT e do governo trabalhou para a minha derrota);
  4. as matérias injustas e capciosas que saíram na mídia contra mim foram mortais. Não tive como rebatê-las;
  5. não consegui ampliar minha votação para fora da base do PT, aqui as matérias funcionaram como uma forte barreira;
  6. eu cometi muitos erros de organização e políticos neste últimos 4 anos. Não cuidei da base própria e outras questões que falaremos depois. Os 51 mil e poucos votos que tive são meus. Vou me preparar pra dar a volta por cima com base nas posições políticas que defendo. Quero, quando você tiver um tempo, bater um papo contigo. Forte abraço, Vaccarezza”

Vaccarezza recebeu naquele ano R$ 67,5 mil em doações de uma empresa do grupo OAS, então presidido por Léo Pinheiro. Por dentro

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