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Os negócios compartilhados

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Fabrício Queiroz e o Capitão Adriano “compartilhavam negócios”, segundo a Veja.

“Ambos aplicavam recursos em grilagens de terras e na construção de moradias em áreas controladas pela milícia”.

Os investigadores querem descobrir se o dinheiro desviado do gabinete de Flávio Bolsonaro abasteceu esses investimentos criminosos.

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Comentários

  • Rafael -

    Que o Queiroz era uma extensão do Pai, passada para os filhos, ninguém duvida. Que parte dos negócios dele com a milícia eram repasses da família Bolsonaro é que é o x da questão.

  • Angelo -

    Previsão: Haverá apenas investigações superficiais mas pra chegar ao chefão da Máfia Tupiniquim, o buraco é mais embaixo, este tipo de negócio de exploração das pessoas à margem da lei não vai acabar.

  • Rosa -

    COM C E R T E Z A!!!!!

Ler 13 comentários