Os obstáculos à privatização da Eletrobras

A privatização da Eletrobras dificilmente passará no Congresso até 2018, a menos que o governo pague uma conta alta para as bancadas estaduais e caciques políticos que ainda controlam as indicações da estatal.

A avaliação é de analistas, empresários e representantes de entidades do setor elétrico ouvidos pela Folha.

A proximidade das eleições e a resistência forte dentro da Câmara e do Senado, tanto na oposição quanto na base, são os maiores obstáculos citados.

“Principalmente as filiadas da estatal continuam sendo importantes cabides políticos”, disse ao jornal o diretor de estratégia da consultoria política Arko Advice, Thiago Aragão.

A moeda de troca, segundos os analistas, será cargos em estatais de outros setores, além de projetos menores de infraestrutura, inclusive do PPI (Programa de Parcerias de Investimentos).

Comprar votos nunca foi problema para esse governo.

Deixe seu comentário

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade é do autor da mensagem;
Tempo de publicação: 4 minutos

200

Ler mais 17 comentários
  1. Comprar votos nunca foi problema para nenhum governo alienado dos reais interesses do seu povo, basta ter algumas estatais na mão. Não é para isso que serve uma empresa estatal? Ora essa!

  2. O Brasil nunca será próspero por causa de alguns malditos políticos gananciosos e mesquinhos.
    O Congresso Nacional é o gerador da frustração do brasileiro, que ainda paga uma fortuna na forma de impostos para manter essa desgraça.

  3. Vocês também sempre podem contar com a Folha, Antagonistas – mas apenas quando interessa a vocês para combater a agende de reformas e privatizaçõers , certo? Mencionar as investigações dela e do Estadão sobre as ações de Marcelo Miller na armação daquela mutreta derrotada de vocês, nem um pio, certo? É só uma pergunta…

  4. Que coisa , vivemos e sustentamaos um país só pra parasitas ordinários, é privatizar de cabo a rabo, porque eles preferem acabar com o povo do que largar as tetas, vigarista!

  5. TERIA QUE MANDAR MEIA DÚZIA PRO SACO, AÍ SIM ELES IRIAM ENTENDER O RECADO. É QUE NÃO ACONTECE NADA COM ESSES VAGABUNDOS E VAGABUNDO PENSA ASSIM “NÃO TEM PUNIÇÃO, VAMOS EM FRENTE”.

  6. .
    PF e PGR “domadas”.
    .

    A 3ª denúncia contra Temer no caso da MP do porto de Santos acabaria com essa brincadeira e todos iriam pra prisão.
    .
    Mas Temer colocou Segovia e Raquel Dodge em seus postos para evitar que isso aconteça !
    .

  7. O povo metido a intelectual sempre venerou petistas.
    Ama Dilma.
    Beija o entre-dedos do PÉ de Lula.
    PT — da cultura do sertanejo universitário — adora, venera baixa-cultura. Odeia a mídia.
    O petista anão, Paulo Henrique Amorim, inventou o termo petista
    “PiG” [pesquisem!]. Cujo significado é: “Partido da Imprensa Golpista.”
    O PT e Amorim (PHA) odeiam e muito a mídia! E a Imprensa!

    Todo bolsonarista — Direita-Burra — q escreve aqui, também, ama sertanejo universitário! E (¿coincidência?): odeiam a mídia!
    É fácil identificá-los aqui nos comentários (são muito semelhantes ao PT, c/ ideologia diferente!):
 1. Falam mal da mídia!
 2. Escrevem tudo com letra maiúscula (o texto completo)!

    *

    FALANDO de direita-burra, me refiro à burra; não me refiro à direita-esclarecida!

    OlhO aberto.

    1. Direita esclarecida é aquela direita beautiful people? A vulgo “direita permitida” pelo sistema? Ou seja, o máximo de direita que o sistema brasileiro tem permitido é a “direita psdb”, que é uma porca mentira, pois todos sabem o que significa o Diálogo Interamericano, o Pacto de Princeton, junto ao Foro de SP. É a falsa alternância que emperra as chances do Brasil a 30 anos, em falsas alternâncias, deixando o Brasil a mercê de ciclos de crises e vôos de galinha intercalados, que o establishment supervaloriza. Vocês falam daquela “direita libera tudo”, ops, liberalóide, ops…? E não transfira seus gostos musicais supérfluos para os outros. Quem consome porcaria é quem não tem sede de alta cultura. É o velho “acuse-os do que você faz, xingue-os do que você é” na prática.

    1. Isso é inocência. Se acabar assim, no dia seguinte estatizam algo. Não adianta estratégia econômica se há bandidos soltos com licença para roubar.