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Os partidos compram listas para a propaganda via WhatsApp

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Os partidos se preparam para burlar a lei eleitoral na propaganda via WhatsApp.

Diz a Folha de S. Paulo:

“O desenvolvimento da estratégia digital começa com pesquisas qualitativas para identificação do público-alvo.

A segunda parte é a mais demorada: recolher números de telefone para montar um banco que será usado para a transmissão de mensagens.

As formas de montar esse banco vão desde a organização de eventos de campanha nos quais são pedidos os números aos eleitores à compra de listas de empresas como a Serasa Experian e a Vivo.

Há quem defenda que os candidatos poderiam responder judicialmente por usar contatos obtidos por empresas que negociam dados legalmente. Isso porque a lei que estabelece normas para as eleições proíbe a venda de cadastro eletrônico de clientes ‘em favor de candidatos, partidos ou coligações’ (…).

Do lado dos marqueteiros, porém, vale o entendimento de que dados obtidos na pré-campanha, ou seja, antes do período eleitoral considerado pela lei, são permitidos porque passam a compor a base de informações dos partidos.”

Comentários

  • Erigilson -

    Dados as fragilidades e as péssimas edições das nossas Leis, em sua grande maioria repletas de brechas para benefícios escusos, quase sempre urdidas às escondidas e sem uma fiscalização séria da O.A.B, A.M.B e outros.eles sempre encontram meios para burlarem o que bem entendem. Cabe o S.T.F considerar inconstitucional essas práticas ardilosas.

  • Sergio -

    O primeiro SAFADO que me ligar perdeu meu voto.

  • FRANCA -

    Tenho uma solução, denunciar e bloquear! Danos morais também dá dor de cabeça.

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