Os retrocessos de Lewandowski

Ricardo Lewandowski desconfia do combate à corrupção.

Ele disse para El País:

“Infelizmente, no Brasil, o combate à corrupção sempre foi um mote para permitir que se promovessem retrocessos institucionais. Foi assim na época do suicídio de Getulio Vargas, foi assim em 64. É uma visão moralista política do combate à corrupção, a meu ver, absolutamente deletéria. O combate à corrupção tem que ser feito diuturnamente, permanentemente, mas existem outros males igualmente graves no Brasil: a má distribuição de renda, a exclusão social, o sucateamento da educação, a precarização da saúde pública. São males que equivalem, se não são superiores, ao mal da corrupção.”

Seu amigo Lula não é um moralista.

Você precisa acompanhar o desenrolar dessa trama em Brasília
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