Outro voo de galinha?

Em tempos de renegociação da dívida dos Estados e ajuste fiscal, Alexandre Schwartsman coloca o dedo em um ferida, na Folha:

“Não há como escapar à conclusão: o setor público brasileiro se tornou, há muito, refém de interesses especiais. Nesse contexto, a chance de se concretizar um ajuste fiscal da magnitude do requerido para estabilizar a dívida relativamente ao PIB é mínima, para colocar de forma delicada.

Assim, muito embora possamos imaginar que a economia comece a se recobrar já na segunda metade deste ano, não há como sonhar com uma recuperação vigorosa como na saída de outras recessões, pelo contrário: o fardo do setor público há de garantir crescimento medíocre ainda por muitos anos.”

Faça o primeiro comentário