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Paciente diz que recebeu tratamento paliativo sem autorização da família

Tadeu Frederico de Andrade afirmou que “seria ministrado uma bomba de morfina e meus equipamentos de sobrevivência na UTI, deligados”
Paciente diz que recebeu tratamento paliativo sem autorização da família
Foto: Pedro França/Agência Senado

O paciente da Prevent Senior Tadeu Frederico de Andrade afirmou há pouco à CPI da Covid que passou a receber tratamento paliativo sem autorização da família.

“A dra. Daniela [médica responsável pelo tratamento] insere no meu prontuário início dos cuidados paliativos, sem autorização da família e recomenda que não se faça mais hemodiálise, não se ministre mais antibiótico e também não faça ressuscitação”, disse Andrade.

“Ao final, ela diz o seguinte no prontuário que está em mãos da CPI e do MP de SP, ela escreve ‘em contato com a filha Maíra, a mesma entendeu e concorda’. Isso é mentira, minha família não concordou”, complementou.

“Fui intubado. Período de UTI durou 30 dias. Quando uma das minhas filhas recebe um telefonema, da dra. Daniela de Aguiar Moreira da Silva, informando que eu passaria a ter cuidados paliativos, ou seja, eu sairia da UTI iria para leito híbrido e lá teria, segundo as palavras da dra. Daniela, maior dignidade e conforto e meu óbito ocorreria em poucos dias. Seria ministrado uma bomba de morfina e meus equipamentos de sobrevivência na UTI seriam desligados”, declarou.

“E não fui o único”, ressaltou.

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