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Palocci e ex-diretores da Petrobras também se calaram em CPIs

Assim como doleiros, empresários enrolados na Lava Jato e o ex-ministro petista, Eduardo Pazuello entrou para o rol de depoentes autorizados pelo STF a se calar numa CPI
Palocci e ex-diretores da Petrobras também se calaram em CPIs
Foto: Lula Marques/Folhapress

Assim como doleiros, empresários enrolados na Lava Jato e até um ex-ministro que acabou na cadeia, Eduardo Pazuello entrou para o rol de depoentes autorizados pelo STF a permanecer em silêncio diante das perguntas de parlamentares numa CPI.

Em 2019, Antonio Palocci conseguiu um habeas corpus de Edson Fachin para ficar calado na CPI do BNDES. Na época, já era delator e tinha receio de ferir os termos de seu acordo com a Polícia Federal.

Durante a CPI da Petrobras, diversos investigados recorreram ao STF pelo direito de ficarem de boca fechada, entre eles o doleiro Alberto Youssef e o ex-diretor da estatal Nestor Cerveró.

LEIA AQUI a reportagem de Luiz Vassallo na Crusoé; assine a revista e apoie o jornalismo independente.

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