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Para defesa de Moro, AGU buscou esvaziar recurso do ex-juiz

Minutos antes de o plenário do Supremo analisar o caso, a Advocacia-Geral da União defendeu que Jair Bolsonaro seja interrogado presencialmente
Para defesa de Moro, AGU buscou esvaziar recurso do ex-juiz
Foto: Adriano Machado/Crusoé

Em nota divulgada há pouco, a defesa do ex-ministro da Justiça Sergio Moro criticou a mudança de postura da AGU, de última hora, sobre a forma de interrogatório de Jair Bolsonaro no inquérito que investiga sua possível interferência na Polícia Federal.

Minutos antes de o STF definir se o presidente poderia ou não prestar depoimento por escrito, a AGU concordou com o interrogatório presencial, defendido pelos advogados de Moro.

Segundo a defesa do ex-ministro, o objetivo foi esvaziar o teor do agravo regimental apresentado.

“A defesa de Sérgio Moro, ex-ministro da justiça, destaca que a postura adotada pela Advocacia Geral da União (AGU) de protocolar uma petição no dia de hoje, minutos antes do início da sessão plenária do Supremo Tribunal Federal (STF), concordando com o interrogatório presencial do investigado, Jair Bolsonaro, no Inquérito 4831, tentou esvaziar o teor do agravo regimental interposto na corte. Os advogados de defesa de Sergio Moro reforçam que esse posicionamento da AGU somente confirma a procedência da tese defendida, desde o início da discussão do caso. A partir de agora, aguardamos a designação da data para a realização do ato procedimental de oitiva do investigado.”

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