Parceria entre Banco de Brasília e Flamengo será investigada no DF

O Tribunal de Contas do Distrito Federal vai investigar a parceria entre o Banco de Brasília (BRB) e o Flamengo.

O acordo foi anunciado em junho e estabelece um valor mínimo de R$ 32 milhões por ano ao clube carioca. O vínculo é válido por três anos.

A Corte vai apurar suposta violação de princípios constitucionais da administração pública — o banco tem como principal acionista o governo do Distrito Federal.

No começo de julho, o Ministério Público de Contas do DF solicitou que a parceria entre o banco e o clube fosse investigada. Denúncias anônimas recebidas pelo órgão dão conta de possível tráfico de influência.

O governador do DF, Ibaneis Rocha, é torcedor assumido do Flamengo e já foi até chefe de delegação do time rubro-negro em um dos jogos da Copa Libertadores do ano passado.

O processo deve correr em sigilo. O BRB tem um prazo de 15 dias para apresentar a documentação solicitada.

Em nota, o banco afirma que “considera importante prestar os esclarecimentos, que possibilitarão ao órgão ter a compreensão do escopo da parceria negocial e os benefícios gerados ao BRB a partir da criação de um banco digital”.

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