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Parentes de ministros de tribunais superiores dominam STJD

Velhas e indigestas relações do Judiciário se estreitam no Superior Tribunal de Justiça Desportiva
Parentes de ministros de tribunais superiores dominam STJD
Foto: Divulgação/STJD

O Superior Tribunal de Justiça Desportiva foi dominado por parentes de ministros dos tribunais superiores de Brasília, diz a Crusoé. O STJD, que é uma instituição privada, é responsável por julgar os conflitos esportivos que não podem ser decididos “dentro de campo”.

“É nessas cortes de juízes voluntários, cujas decisões mexem com a paixão de milhões de torcedores por seus clubes e seleções, que se estreitam algumas das velhas e indigestas relações do Judiciário.”

“No caso Carol Solberg [que gritou ‘Fora Bolsonro’ após partida de vôlei de praia], o relator foi o vice-presidente do STJD, Eduardo Mello, de 36 anos, filho do ministro Marco Aurélio Mello, que está se aposentando do Supremo Tribunal Federal. Ele votou contra a atleta com o argumento de que o ato político fere o regulamento da competição e deveria ter sido feito em “forma e local” adequados. Já o pedido do Flamengo [para paralisar o Campeonato Brasileiro] foi rejeitado liminarmente por Otávio de Noronha, de 37 anos, presidente da corte máxima do futebol e filho do ministro João Otávio de Noronha, do Superior Tribunal de Justiça.”

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