Ruivinha precisava de “banho de loja”

Agosthilde Monaco disse à força-tarefa da Lava Jato que se interessou pela refinaria de Pasadena ao saber de sua compra pela Astra Oil, que tinha entre seus principais executivos Alberto Failhaber, um ex-funcionário da Petrobras.

Monaco ligou para Failhaber e lhe contou sobre o interesse da estatal brasileira em negociar até 100% da refinaria. Failhaber comentou que Pasadena precisava “tomar um banho de loja” para ficar nos padrões de qualidade técnica da Petrobras.

Era um eufemismo. A refinaria, segundo ele, foi comprada na “bacia das almas”, pois os equipamentos estavam desgastados, com problemas de segurança operacional, a mão-de-obra estava desmotivada e não havias crédito para aquisição de óleo.

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