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Pátrio poder

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“É hora de Bolsonaro exercer seu pátrio poder”, diz José Nêumanne.

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“Não será possível deter o desgaste político do governo se não for dada uma explicação ‘plausível’ para o que foi noticiado sobre Flávio, principalmente depois da publicação pelo Globo de que abrigou em seu gabinete a mãe e a mulher do foragido Adriano Magalhães da Nóbrega, capitão PM acusado de ser o homem forte da organização criminosa Escritório do Crime, acusada de ter participado da cruel execução da vereadora Marielle Franco.

Até viajar para Davos com o filho Eduardo, Bolsonaro teve a companhia permanente de outro filho, Carlos, no gabinete. A partir de fevereiro, poderá recorrer apenas ao pátrio poder para domar o triunvirato familiar, que não contribui para sua paz, governabilidade e simpatia popular. Eduardo poderá ser útil num trabalho de formiguinha para evitar pautas-bomba na Câmara de Rodrigo Maia. Flávio também será providencial se conseguir impedir punhaladas de Renan Calheiros no Senado. E Carlos tem de cumprir o seu dever de vereador no Rio conflagrado.”

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Comentários

  • Luiz -

    Alguém precisa avisar ao Nêumanne, que, na maioria dos casos, expressa equilíbrio e justiça em suas opiniões, que nem na ciência do Direito existe mais o machista "pátrio poder".

  • Carlos -

    Impeachment já!

  • José -

    Manchete escandalosa, para em seguida dizer que cada um deverá exercer o papel para o qual foram eleitos... Total falta de assunto. O resto é fofoca da mídia esquerdista.

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