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Patrocinadores da seleção cobram investigação rápida sobre Caboclo

Comissão de Ética da CBF decidiu afastar por 30 dias o presidente da entidade após denúncias de assédio sexual por parte de uma funcionária
Patrocinadores da seleção cobram investigação rápida sobre Caboclo
Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Patrocinadores da seleção brasileira ouvidos pelo Valor demonstraram preocupação com a denúncia de assédio contra Rogério Caboclo e cobraram uma investigação célere. O comando da entidade foi assumido novamente por Antônio Carlos Nunes de Lima.

 

A Nike, que recentemente rompeu com Neymar, afirmou estar “profundamente preocupada com as graves acusações feitas ao presidente da CBF”. A Semp TLC disse “que não tolera este tipo de conduta e aguarda a apuração criteriosa dos fatos a fim de ponderar acerca das correspondentes implicações”.

A Telefônica afirmou que se trata “de uma denúncia que reporta situações que não condizem com os valores da empresa”. “A Vivo repudia qualquer ato de assédio ou discriminatório.” A Mastercard afirmou que acompanha a situação e espera “que as investigações sejam profundas e rápidas”.

Na mesma linha, o Itaú Unibanco disse que “acompanhará de perto a apuração do caso e espera que a investigação seja profunda e célere’. A Ambev manifestou “profunda preocupação com os relatos divulgados, pois reportam práticas que não toleramos” e pediu “seriedade e rapidez” na apuração. A 3 Corações afirmou que “repudia qualquer ato de assédio ou discriminatório e seus valores são inegociáveis”.

Como registramos, o Fantástico divulgou ontem as gravações com falas inapropriadas de Caboclo, que teria oferecido R$ 12 milhões para a funcionária não denunciá-lo.

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