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Paulo Marinho agora quer limitar perícia sobre celular

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Paulo Marinho pediu a Celso de Mello que limite a extração nos dados de seu celular somente a mensagens que trocou com Flávio Bolsonaro em 2018, relacionadas a uma reunião que tiveram e na qual soube que a Operação Furna da Onça teria sido vazada ao senador.

Em seu depoimento à Polícia Federal, no dia 20 de maio, o empresário autorizou expressamente o acesso a e-mails e arquivos guardados no celular desde outubro de 2018, incluindo mensagens de WhatsApp, notas, lembretes e até locais onde esteve, registrados no Google Maps.

Agora, porém, pediu uma coleta e perícia restrita, alegando que não abriu mão de mensagens trocadas com familiares e amigos. “Ao autorizar que se tivesse acesso aos seus dados, tal não significou autorização de devassa em sua vida pessoal”, disse na petição ao ministro.

Leia também: A 'insólita ameaça' de Bolsonaro na 'guerra' com o STF

Comentários

  • EGIDIO -

    Da séria, os dilemas de um traíra. Se apontar o cometimento de crime, terá sido cúmplice.

  • Nevile -

    Quando o assunto foi reunião ministerial , o vídeo foi exibido na íntegra , agora querem mudar o modus operandi da investigação ? E se houver mensagens para amigos ou parentes sobre o mesmo assunto ?

  • Inacio -

    Pimenta no c.. dos outros é refresco

Ler 48 comentários