Paulsen e o ‘ato de ofício’

Leandro Paulsen reforçou a tese de João Pedro Gebran Neto de que não é necessário um “ato de ofício” (de Lula, no caso) para ficar caracterizado o crime de corrupção.

O ato de ofício, explica o desembargador, é um fator para aumentar a pena. A falta dele não inviabiliza a condenação.

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  1. Edvaldo Nunes disse:

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