Perícia no Drousys da Odebrecht: a defesa de Lula deve voltar à "teoria do montinho"

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A perícia da PF no sistema Drousys, da Odebrecht, constata que, em 2010, a empreiteira fez três pagamentos à offshore Beluga, de Mateus Baldassari, então proprietário do terreno onde seria erguida a sede do Instituto Lula.

No entanto, não foi possível estabelecer vínculo entre os pagamentos à Beluga e contratos específicos que a Odebrecht ganhou na Petrobras graças ao ex-presidente.

Dizem os peritos:

“No caso específico de recursos direcionados ao codinome Beluga, o centro de custo apontado é OOOO-DP-ODB. Até o fechamento deste laudo, não foi possível esclarecer o significado do referido código.”

E ainda:

“Finalmente, o material disponibilizado não permitiu identificar a origem primária (obra específica) dos recursos atribuídos ao codinome Beluga, que identificaria dispêndios com o imóvel objeto da presente ação penal.”

A defesa de Lula deverá se apegar a esse ponto, para tentar refutar a acusação do MPF de que o terreno foi propina da empreiteira sobre oito obras da petrolífera. A mesma e ineficaz “teoria do montinho” usada na ação do triplex do Guarujá.

 

Comentários

  • Alexandre -

    4 dedos 0000-PT- odebretch

  • ricardo -

    se vão provar ou não eu não sei mas que é é. só não sabe do envolvimento do pt, e seu chefe, em corrupção quem não quer saber.

  • Mario -

    Por que tanta celeuma? O fato de uma empresa prestadora de serviços ao Governo beneficiar o mandatário já é crime de corrupção, esta conexão já é errada e criminosa, não há necessidade de conexão causal

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