Perito do PSL vê auditoria ‘frágil’ em urnas

O engenheiro Paulo Fagundes, perito indicado pelo PSL de Jair Bolsonaro para acompanhar a auditoria de urnas eletrônicas no Paraná, disse à Folha que considerou a fiscalização frágil.

Para ele, apesar de o procedimento não ter detectado nenhum indício de fraude, faltou acesso ao código-fonte, que gera todos os programas rodados na urna no dia da votação.

“Faltou transparência, porque eu não sei o que é gerado dentro da urna”, afirmou o perito.

Após a queixa do perito, e a pedido da corregedoria do TRE-PR, o TSE liberou o acesso de Fagundes ao código-fonte, em decisão desta terça (23).

O relatório final da auditoria no Paraná, realizada na semana passada e acompanhada por partidos, OAB, PF e outros observadores, considerou que não havia indícios de fraude e que as urnas estavam em perfeitas condições de uso.

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  1. A urna eletrônica pode p.ex., ser programada previamente para apresentar um resultado “X” até determinado horário, e depois disso não demonstrar mais nada de irregular. Por que só no Brasil ?

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  1. A urna eletrônica pode p.ex., ser programada previamente para apresentar um resultado “X” até determinado horário, e depois disso não demonstrar mais nada de irregular. Por que só no Brasil ?

  2. E o TSE aplica TI no voto mas não no q interessa ao eleitor. Pq não podemos votar em trânsito em qq zona eleitoral? O certo seria TI em tdo o resto menos no voto. O TSE se lixa p o eleitor e p lei.

  3. Há décadas não jogo na loteria, mas na loteria esportiva se preenchia o volante a mão e a máquina lia e lançava o palpite no sistema. Seria a união da cédula c/a TI. Não é novo. Tecnologia +

    1. Segundo Josef Stalin “não interessa quem vota ou como vota, o que importa verdadeiramente é quem confere os votos”. Está aí a fórmula comunista, só não vê quem não quer.

  4. O TSE disponibiliza o código-fonte dos programas da urna eletrônica 180 dias antes das eleições. Ver www.tse.jus.br/eleicoes/urna-eletronica/seguranca-da-urna/apresentacao-dos-codigos-fonte

    1. Uma pergunta simples: ” por que só no Brasil ” não temos o voto impresso paralelo ao eletrônico, depositado em urna para contraprova ? ” Ahhh sei, porque o Brasil é um país honesto, tá bom…

    2. O processo é auditável, e é complexo. Quem quer criticá-lo deveria, antes de mais nada, conhecê-lo. Muita bobagem tem sido dita por quem não está habilitado, apenas para confundir. Deplorável!

    3. Que códigos fonte são esses? E os diagramas esquemáticos do hardware acompanhados do código fonte do firmware, são disponibilizados também?

  5. Um sistema confiável é aquele em que nos casos de bug no processamento, são gerados “log” ou relatório de ocorrências de falhas, explicitando onde, como e por qual razão a falha ocorreu.

  6. Da p/ aferir mal funcionamento da urna em amostragem. Por ex.: se votos p/ deputados é igual ou menor nr votos presidente, caso houver menos votos p/ presidente que para deputados, é suspeito, etc.

    1. Exatamente este o ponto. O x da questão e que nos distrai ao falarmos só das urnas é um só: o software que faz a totalização em Brasília é seguro? Com a palavra, Joice Hasselmann.

  7. O óbvio: acesso ao código fonte não garante que o software que rodará nas urnas é o mesmo que teve o codigo auditado por ele! E se outro software faz isso, quem criou e controla esse software?

  8. Cidadão mortadeleiro. Veja a notícia logo abaixo sobre o pronunciamento do Presidente Diretor do IBOPE – não tem prá ninguém – é Bolsonaro na cabeça . Vai começar em 2019 e depois até 2026

    1. Exato! E mesmo que exista um programa que gere uma chave criptografica para fazer essa verificação, quem criou esse programa verificador pode validar as urnas quando nao deveria!

  9. Não se encontra um único artigo na imprensa falada e escrita que fale bem de Bolsonaro, que massacrou a ORCRIM lulopetista. Há um azedume impressionante da esquerdalha nas sala das redações.

  10. Chega de falar mal da urna eletronica! Imagine eleições a moda antiga, com cédula de papel. Seria totalmente inviavel. Levariamos uns 6 meses para saber o resultado e a um custo fantástico.

    1. O que se pratica no mundo inteiro, menos aqui , é o voto impresso paralelo ao eletrônico e depositado em urna. No caso de suspeita de adulteração do resultado, parte-se daí para a contagem físic

    2. Não demora dez dias, se for somente no papel, e as urnas custam muito dinheiro também. Tempo e custo insignificantes diante da lisura do processo, que é direito do eleitor e dos candidatos.

    3. Oh senhor asno, caso vc não saiba as eleições Americanas são feitas por cédula de papel e o resultado sai no mesmo dia da eleição. Japão e demais países europeus idem. Deixa de ser burro rapa

    1. Com essas urnas escrotas, aqui no Brasil o cidadão é tratado como eleitor de “quinta categoria”, sendo motivo de chacota nos demais países. A argentina já utiliza urnas de terceira geração bem

  11. Como funciona uma auditoria à uma urna eletrônica sem oferecer acesso ao código fonte? As pessoas ficam girando em torno da urna vendo se tem algum parafuso frouxo? Que tipo de auditoria é essa???

    1. Uma xerox do código e “de boca” a garantia de que é o mesmo em todas e também “de boca” sobre a lisura da totalização a portas fechadas no TSE, sem fiscalização dos partidos e dos eleitores

    1. O único país que ainda utiliza urnas eletrônicas de primeira geração, sem o voto impresso paralelo depositado em urna para eventual conferência física é o Brasil. Precisa dizer algo mais ???

  12. A fraude principal é decisão do TSE de desrespeitar a lei, passando o ato para o campo da ilegalidade e empurrando a sociedade o campo da indignação que pode levar a ruptura da ordem pública! Cri

  13. É uma novela!O TSE poderia desfazer todas as suspeitas com ações que demonstrassem transparência e agilidade no atendimento aos interessados!Não dá para deixar o eleitor apreensivo com os “proc

    1. Quantidade muito alta para 5.570 municípios do Brasil. Quantos votos estas 1265 urnas registrou durante o primeiro turno desta eleição ?