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Petistas agora querem se aproximar de militares

Em reação à busca de Jair Bolsonaro pelo eleitorado petista, o PT divulgará em setembro o que chama de “plano de reconstrução nacional”, que destaca entre suas ações a aproximação com militares e simpatizantes, diz O Globo.

O plano, relata o jornal carioca, incentiva parlamentares petistas a formular políticas públicas voltadas para o segmento e a lembrar investimentos de Lula e Dilma Rousseff nas Forças Armadas nos 13 anos de governo do PT.

“Nós, do PT, nunca fomos inimigos dos militares. Pelo contrário. Entendemos que eles são essenciais para o desenvolvimento nacional. Bolsonaro começou na política com o apoio da base militar, mas a realidade é que, quando chegou à Presidência, largou os praças e se colou nos generais”, afirmou Washington Quaquá, vice-presidente petista.

Enio Verri, o líder do PT na Câmara, negou que a ideia de se aproximar dos militares seja uma estratégia para avançar sobre o eleitorado de Bolsonaro.

Segundo o deputado, Lula e Dilma “investiram muito” nas Forças Armadas “para o nacionalismo”, e a intenção da sigla é “retomar esse diálogo”.

O Antagonista concorda que o PT nunca teve nada contra o militarismo, principalmente em lugares como Cuba e Venezuela.

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