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PF confirma indícios de falsidade ideológica no contrato da Precisa

Funcionários da empresa, que tentou vender vacina à Saúde, deverão ser indiciados também por uso de documento falso e associação criminosa
PF confirma indícios de falsidade ideológica no contrato da Precisa
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

A Polícia Federal corroborou os indícios de falsidade ideológica levantados pela CGU e consolidados pela CPI da Covid em seu relatório final. Segundo o Globo, funcionários da Precisa Medicamentos, que tentou vender a vacina Covaxin ao Ministério da Saúde, deverão ser indiciados também por uso de documentos falsos e associação criminosa.

O negócio foi cancelado em agosto pela Controladoria-Geral da União, após denúncia do deputado Luís Miranda.

“Além disso, a PF detectou indícios de lavagem de dinheiro por parte dos responsáveis pelo FIB Bank, uma empresa que deu a garantia financeira para a assinatura do contrato, embora não tivesse autorização do Banco Central para conceder esse tipo de chancela”, diz o jornal.

Foi com base nesses elementos que a PF cumpriu busca e apreensão na semana passada em endereços de Francisco Emerson Maximiano, sócio da Precisa, e de outros personagens envolvidos no negócio.

 

Trata-se do primeiro desdobramento judicial da CPI.

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