PF explica Operação Buracos: serviços não eram prestados

A Polícia Federal explicou a Operação Buracos, que detonou a pré-candidatura do prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre, lançada pelo petista Tião Viana justamente nesse fim de semana.

“Os valores eram pagos por serviços não executados e materiais que nunca seriam entregues. O grupo também se utilizava de funcionários fantasmas. Três servidores do DNIT de Rondônia foram afastados de seus cargos por suspeita de envolvimento com os crimes investigados”, diz a a PF, em nota.

Os recursos federais chegavam aos estados — Acre e Rondônia — para construção, pavimentação, conservação e recuperação de rodovias federais, mas “de forma irregular e sem o pleno controle de que os serviços eram prestados”.

Os investigadores vai apurar crimes de peculato, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

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  1. Ler mais 26 comentários
      1. Os antagonistas são fessores de portugueis, só falaram em linguagem cifrada,
        para ser entendida só pelo amigo açougueiro!

    1. Operação na Lava-Jato, em Curitiba, que é bom, nada.
      A PF agora só vai atrás de peixe pequeno da corrupção ou atrás de pedófilo.
      Enquanto isso, a OPERAÇÃO LAVA-JATO minguá, vai morrendo aos poucos.
      Deve ser por orientação do Torquato Jardim. Criar uma cortina de fumaça, com operação sem importância, para o povo ir esquecendo daquilo que realmente interessa para que o Brasil mude de patamar.

      1. Tudo bem, todos sabem da admiração dos Antagonistas pelo açougueiro, só espero que falar no linguajar dele (nóis foi, nóis vai) não seja linguagem cifrada entre os amigos!

    2. zZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZzzzzzzzzzzzzZZZZZZZZzzz

      Foi-se o tempo em que a gente tinha interesse em acompanhar essas operação da PF.
      No fim, não dão em nada.
      Lula está aí para provar isso.
      Fui.