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PF investiga contratos da gestão de 'coronel de Pazuello' no Rio

Operação Clava Forte apura irregularidades na contrataçãode serviços de engenharia para a sede da Superintendência do Ministério da Saúde no Rio
PF investiga contratos da gestão de coronel de Pazuello no Rio
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

A Polícia Federal cumpre nesta manhã quatro mandados de busca e apreensão em endereços residenciais e comerciais no Rio de Janeiro e em Magé. A Operação Clava Forte apura irregularidades na contratação emergencial de serviços de engenharia para a sede da Superintendência Estadual do Ministério da Saúde no Rio de Janeiro (SEMS/RJ).

O órgão era comandado pelo coronel da reserva George Divério, amigo de Eduardo Pazuello.  Uma das empresas, a LLED Soluções, tem como sócios administradores de outra empresa que estava proibida de negociar com o governo até 2022.

Ao todo, foram empenhados mais de R$ 20 milhões em contratos sem licitação. O dinheiro só não foi liberado porque a Advocacia Geral da União identificou as irregularidades.

Segundo a AGU, “o objeto da contratação não se restringiu ao atendimento da situação emergencial, tendo ultrapassado, em larga escala, os limites estritos do permissivo legal; a planilha orçamentária da contratação não observou os requisitos legais para o orçamento de obras e serviços de engenharia; sobrepreço na planilha orçamentária da contratação, em comparação com valores extraídos de tabelas referenciais de custos da construção civil para serviços equivalentes”.

Segundo a PF, os investigados responderão pelos crimes de contratação direta ilegal e de frustração do caráter competitivo de licitação, com penas que podem chegar a 8 (oito) anos de reclusão e multa.

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