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PF prende ex-presidente de banco e investiga FGV em esquema de corrupção

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Agentes da Polícia Federal prenderam agora de manhã Edson Menezes, ex-superintendente do Banco Prosper e ex-presidente da Bolsa de Valores do Rio.

A operação investiga o pagamento de propina na venda da folha de pagamento dos servidores do Rio no governo de Sérgio Cabral, segundo o G1.

O leilão foi preparado por uma consultoria da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que subcontratou o Banco Prosper.

Menezes teria pago R$ 6 milhões em propina. A FGV é suspeita de ter participado do esquema.

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Comentários

  • Herculano -

    Quer dizer que a FGV foi contratada e, então, contratou um banco para fazer o trabalho? Então, para que a FGV entrou no processo? Aí tem.

  • Paulo -

    Até tu, FGV?

  • CheioAtéATampa -

    Se olhar em nível federal, verão a FGV e a UnB envolvidas em muuuuuuuuuuuuuuuitas "consultorias" milionárias. E a Católica de Brasília também. Tá T U D O podre. T U D O.

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