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PGR diz que não planeja busca em escritório de Rosângela Moro

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A Procuradoria-Geral da República afirmou, por meio de nota, que “jamais foi cogitada” uma busca e apreensão no escritório da advocacia da esposa do ex-juiz Sergio Moro, Rosângela Moro.

“Ao contrário do informado em sites e blogs noticiosos na manhã dessa sexta-feira (17), a Procuradoria-Geral da República (PGR) esclarece que não há pedido para a realização de busca e apreensão no escritório da advocacia da esposa do ex-juiz Sergio Moro, Rosângela Moro. Segundo informa o gabinete do procurador-geral da República, Augusto Aras, tal medida jamais foi cogitada uma vez que não há razão a sustentar a adoção de tal procedimento”, diz a nota.

A suspeita de que Rosângela poderia ser alvo da medida surgiu depois que a PGR voltou a se interessar em fechar um acordo de delação com o advogado Rodrigo Tacla Durán, para atingir Moro.

Acusado de lavar dinheiro para a Odebrecht, UTC e Mendes Júnior, ele disse que pagou um ex-sócio de Rosângela para fechar um acordo com a Lava Jato, que foi rejeitado em Curitiba.

Diversas vezes, Moro negou essa suposta negociação.

“Se quiserem investigar isso, que investiguem, não tem problema nenhum. Não tem nada nisso aí, é uma história totalmente furada. Agora, essa investigação já havia sido feita na gestão anterior da PGR e havia sido arquivado. Mas enfim, não tenho nada a esconder”, disse Moro, em entrevista no fim de junho.

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