PGR rebate alegações de Renan, Jucá, Raupp e Garibaldi

Raquel Dodge enviou ao STF réplica às alegações das defesas de Renan Calheiros, Garibaldi Alves Filho, Romero Jucá e Valdir Raupp, no âmbito da denúncia apresentada no ano passado por corrupção e lavagem de dinheiro na Transpetro.

De acordo com a denúncia, houve repasse de verbas para o então PMDB (hoje MDB) a diretórios do partido, pela NM Engenharia e pela Odebrecht Ambiental, com a contrapartida de que essas empresas fossem privilegiadas em contratos com a Transpetro.

“Os fatos narrados na denúncia amparam-se em provas independentes, obtidas durante a investigação, aptas a confirmar as declarações dos colaboradores. Há, pois, justa causa para deflagrar a ação penal”, diz a PGR.

Dodge afirma também que as impugnações feitas pelos acusados quanto à interpretação dos fatos descritos na denúncia dizem respeito ao mérito da causa. “Por isso, devem ser analisadas mais apropriadamente ao final da instrução processual.”

Sobre a alegação de Renan de que a PGR não comprovou “ato de ofício praticado em contrapartida ao recebimento da suposta vantagem indevida”, Dodge afirmou que Renan sustentou politicamente Sérgio Machado no comando da Transpetro.

Comentários temporariamente fechados.

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade é do autor da mensagem.

Ler mais 9 comentários
  1. Rachel Dodge surpreendeu os pilantras do PMDB… devem estar ligando diariamente para o Sarney, que a indicou, a fim de chorar suas furumelas…rsrsrsrsrs… não entenderam que o Sarney queria unicamente sabotar o irmão do flavio dino, que seria o novo PGR (mais votado da lista tríplice)…quebraram a cara!

  2. Qualquer parlamentar, com o mínimo de decência, ao ser acusado pela Justiça de pertencer à um “quadrilhão”, se tomaria de brios e, no mínimo, renunciaria ao cargo. No Japão, é caso de suicídio, mas aqui, esses cangaceiros vão fazer campanha para reeleição na maior cara de pau.