PGR pede homologação da rescisão de colaboração de Wesley Batista e Francisco Assis

Raquel Dodge reiterou o pedido de homologação da rescisão dos acordos de colaboração premiada firmados com Wesley Batista e Francisco de Assis e Silva, sócio-proprietário e executivo da J&F, publica o Estadão.

A decisão foi enviada a Edson Fachin, relator do caso no STF.

“A providência foi tomada no âmbito de um procedimento administrativo e é decorrente da constatação de que, assim como Joesley Batista e Ricardo Saud – que já tiveram os acordos rescindidos – os dois descumpriram os termos da colaboração ao omitirem, de forma intencional, fatos criminosos dos quais tinham conhecimento no momento do fechamento dos acordos firmados com o Ministério Público Federal (MPF). No caso de Wesley, a decisão da procuradora-geral considerou indícios da prática de crime quando o empresário já se encontrava na condição de colaborador”.

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  1. Grades imediata para estes:
    marcelo miller
    rodrigo janot
    joesley
    wesley.
    Só saquearam o BNDES e CEF em benefícios de suas empresas e comparsas.

  2. o PT (e também o petismo) ambos têm um mau gôsto extraordinário!
    E em música então?… são múmias em cultura musical. São uns debilóides e idiotas esses petistas barangos culturais (só apreciam musiquinhas de 5 minutos, com letras. Cancioneiro etc.).
    Jamais instrumental. Petistas jamais gostam de erudito. Petistas são uns zebróides.
    Além de serem grotões e toscos em alto grau, — em música e outras coisas.
    Ad aeternum: nivelam tudo por baixo.

  3. E RENAN CALHEIROS??? Não desceu para primeira instância por quê???
    Até Joesley e Wesley a RAQUEL DODGE acelera. E CALHEIROS???
    A procuradora está recebendo PROPINA? O MPF está no ESQUEMA do RENAN?

  4. Boa Dra. Dodge!!! Resta- nos que o ministro Facchin homologue a rescisão. É uma afronta a cada trabalhador brasileiro os irmãos Batista estarem soltos…e ricos! Com nosso dinheiro!

  5. Nessa história toda, faltam o Janot e o Miller serem presos, o Fachin investigado e a Rede Globo de Televisão perder a concessão pública pela tentativa de golpe fracasssda que está levando o país ao caos econômico e social.

  6. A relação entre Fachin e Janot era de camaradagem, que se estendia às suas equipes (a mulher de Eduardo Pelella, chefe de gabinete do procurador, trabalhava no gabinete de Fachin, como jornalista; já o marido da juíza auxiliar de Fachin trabalhava no gabinete do procurador-geral).
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    Janot foi pedir autorização para uma ação controlada contra os envolvidos nas conversas gravadas por Joesley. O pedido, feito unicamente com base nas gravações de Joesley, continha alguns pontos cegos.

  7. Primeiro, as fitas não haviam sido periciadas nem pela Polícia Federal nem por um perito judicial. O procurador estava pedindo uma ação controlada fiando-se unicamente na palavra de Joesley de que não adulterara o material.
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    Segundo, Janot argumentou com Fachin que a ação era necessária, pois havia um crime em andamento, embora todos os encontros com as pessoas gravadas tivessem sido provocados por Joesley.

  8. Sem colher de chá pra ninguém. Ou delata ou dança. MPF e PF salvaguardas da nação. Maioria da 2ª turma do STF salvaguarda dos corruptos e traficantes. Imprensa livre salvaguarda da informação verdadeira. O Brasil não pode perder o rumo.

  9. Sob a argumentação de que a intensa colaboração não apaga atos de deslealdade e má fé, a PGR reforçou ao ministro Edson Fachin o pedido para que ele homologue a rescisão dos acordos de colaboração premiada de Wesley Batista e Francisco de Assis, do Grupo J&F.
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    A manifestação, em resposta às alegações das defesas, era a última que faltava chegar ao ministro para que ele decida se valida ou não a rescisão não só dos dois acordos, como também daqueles de Joesley Batista e Ricardo Saud.
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    Raquel Dodge afirma que Joesley e Saud pagaram “vantagem indevida” a Marcello Miller para que ele praticasse atos de ofício a favor — e aponta que o ex-procurador pode ter cometido dois crimes.

  10. No caso de Wesley Batista, há o componente adicional, segundo Dodge, “por também ter praticado, após a celebração de seu acordo, crime de insider trading” — utilização de informações privilegiadas para atuar no mercado financeiro.
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    “Ao agirem para cooptar um Procurador da República, mediante oferta e/ou pagamento de vantagem financeira, com o objetivo de usá-lo como meio de acesso aos membros do MPF responsáveis pelas negociações da colaboração premiada em curso, cometeram ato de gravidade máxima”, afirmou Dodge.