Pisando na lei

Pedro Correa, preso em Curitiba, sofre de diabetes e precisa do atendimento de uma podóloga, porque corre o risco de ter os pés amputados. Foi-lhe dada, portanto, permissão para receber o atendimento de uma profissional. Mas, como era previsível, os demais presos se animaram e passaram a pagar a podóloga para ter os pezinhos tratados, clandestinamente.

A podóloga cobra 250 reais por sessão, de acordo com o Estadão. Essa gente não perde a chance de pisar na lei e nos regulamentos.

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