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Polícia Civil na sede do MBL em São Paulo

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Policiais civis estão agora na sede do MBL em São Paulo. Eles cumprem mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça a pedido do Ministério Público em busca de provas de lavagem de dinheiro e sonegação fiscal.

Mais cedo, em nota divulgada à imprensa, o MBL havia negado que sua sede havia sido alvo de busca e apreensão. Conforme O Antagonista apurou, os policiais chegaram ao local há pouco.

Operação do MP de São Paulo deflagrada hoje mira as movimentações financeiras do grupo MBL. De acordo com os investigadores, há transações suspeitas e indícios de lavagem de dinheiro em empresas ligadas ao grupo, além de “confusão jurídica empresarial” entre o MBL e o Movimento de Renovação Liberal (MRL).

Segundo os promotores envolvidos no caso, o MBL recebe dinheiro de “forma suspeita” pela plataforma Google Pagamentos, que desconta 30% do valor doado, em vez de receber doações diretamente nas contas do grupo.

“As evidências já obtidas indicam que estes envolvidos, entre outros, construíram efetiva blindagem patrimonial composta por um número significativo de pessoas jurídicas, tornando o fluxo de recursos extremamente difícil de ser rastreado, inclusive utilizando-se de criptoativos e interpostas pessoas”, disse o MP-SP, em nota divulgada hoje de manhã sobre o caso.

Dois ativistas ligados aos financiamentos do grupo foram presos: Alessander Monaco Ferreira e Carlos Augusto de Moraes Afonso (conhecido como Luciano Ayan). As prisões são temporárias e têm prazo de cinco dias, que pode ser prorrogado uma vez.

Eles são acusados de fazer doações pela plataforma do Google e de constituir empresas de fachada, para evitar o rastreamento do dinheiro e o pagamento de impostos.

Em nota à imprensa, o MBL disse que não tem nenhuma ligação com os dois empresários presos hoje.

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Comentários

  • Isaias -

    Quando alguém disse ao MBL que estávamos num Estado policialesco, por causa das investidas contra pessoas e orgãos ligados à politica feita pelas redes sociais e internet, eles riram e aplaudiram.

  • Arnaldo -

    É isto que chama estado policialesco? Procurar sujeira no MBL e relevar a podridão escancarada e protegida dos partidos do centrão é indecente. Viva Bolsonaro, o vendilhão!

  • Suzana -

    PlayMobilMoro para presidente, Kim Catabostinha para vice, Botafigo para pres. da Câmara, Manquetta do senado e SabinAnta o marqueteiro.

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