Politec, Politec, Politec

O Antagonista denunciou ontem à noite – vocês estavam preocupados com a recondução do Janot – a participação do grupo Politec no esquema de repasses montado por Alexandre Romano sob as ordens do falecido Luiz Gushiken para ajudar o PT.

O que a Lava Jato já sabe:

– A Politec substituiu a CRLS, do ‘garçom’ de Lula, no esquema.

– A Politec recebeu da Consist, entre novembro de 2010 e maio de 2011, um total de R$ 2 milhões.

– As notas emitidas pela Politec são frias. Não houve prestação de serviços, segundo Romano.

– O contato de Romano com a Politec foi Helio Santos Oliveira, que foi há poucos meses incluído pela CGU no cadastro de pessoas inidôneas.

– A Politec manteve contratos com diversos ministérios, agências reguladoras e autarquias, tendo embolsado de 2003 a 2015 mais de R$ 600 milhões – em 2011, o grupo espanhol Indra comprou a empresa brasileira.

– A Politec é figura carimbada de outros esquemas de corrupção: CPI dos Correios, CPI do Carlinhos Cachoeira, Operação Caixa de Pandora.

– Leitores do Antagonista avisaram que a Politec também firmou contratos com a Petrobras, BR Distribuidora, Caixa e BB.

A força-tarefa da Lava Jato, que espera agora o desmembramento da Pixuleco II no Supremo, acha que as investigações sobre a Politec podem se espalhar por toda a Esplanada.

É uma bomba-relógio: Poli-tec, Poli-tec, Poli-tec…

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