Portaria do Exército que afrouxou controle de armas é ilegal, diz MPF Portaria do Exército que afrouxou controle de armas é ilegal, diz MPF
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Portaria do Exército que afrouxou controle de armas é ilegal, diz MPF

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2 minutos de leitura 09.10.2020 15:00 comentários
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Portaria do Exército que afrouxou controle de armas é ilegal, diz MPF

Para a Câmara de Controle da Atividade Policial do MPF, a portaria do Exército que revogou as regras de controle, rastreamento e identificação de armas e munições é ilegal...

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Portaria do Exército que afrouxou controle de armas é ilegal, diz MPF
Reprodução/Instagram

Para a Câmara de Controle da Atividade Policial do MPF, a portaria do Exército que revogou as regras de controle, rastreamento e identificação de armas e munições é ilegal. A conclusão está em nota técnica elaborada pela câmara (7CCR/MPF) e será enviada ao procurador-geral da República, Augusto Aras, para que tome providências.

A portaria do Exército foi publicada em abril e revogou outras três normas da corporação. A primeira criava o Sistema Nacional de Rastreamento de Produtos Controlados pelo Exército. A segunda, criava mecanismos de controle e identificação das armas fabricadas no Brasil. A última era sobre o rastreamento e controle de fabricação e vendas de munições. Todas entrariam em vigor em maio deste ano.

Segundo a nota do MPF, as portarias revogadas se baseavam em regras do Estado do Desarmamento e faziam parte de uma política pública de controle sobre a circulação de armas no país. Os procuradores da 7CCR também afirmam que o Exército não apresentou razões técnicas para revogar as três portarias, mesmo depois de questionamentos da Procuradoria dos Direitos do Cidadão, outro órgão do MPF.

Clique AQUI para ler a nota técnica do MPF

“A providência indicada exorbita o limite de discricionariedade estabelecido pelo texto do Decreto nº 10.030/2019 – que determina a adoção de providências que permitam o efetivo rastreamento de PCE”, aponta a nota técnica.

Segundo o documento, a atividade de regulamentação da fabricação, venda e uso de de armas “não pode ser desempenhada como simples manifestação de vontade”.

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