"Pouco se pode fazer se não houver a intervenção do povo"

“Pouco se pode fazer se não houver a intervenção do povo”

“A Lava Jato revelou como as coisas funcionam, colocando-as a nu”, diz Carlos Fernando dos Santos Lima, no Estadão.

“E isso essas elites não perdoam. Eles até aceitariam um sistema criminal que, de vez em quando, desmontasse um esquema de corrupção aqui e ali. Eles aplaudiriam uma investigação que atingisse seus adversários, como vimos acontecer nos primeiros anos da investigação da administração do PT na Petrobras. Mas uma investigação que vai além, que tem o desplante de desmontar esquemas nos governos emedebistas do Rio de Janeiro, nos governos peessedebistas em São Paulo, enfim, que não se conforma nem aceita as regras implícitas de nossa (não) democracia, torna-se inaceitável (…).

A fritura de Sergio Moro por Jair Bolsonaro, com a retirada do COAF da esfera do Ministério da Justiça ou a intervenção política na Polícia Federal, já indica a união contra as mudanças. Pouco se pode fazer se não houver a intervenção do povo.”

Leia também a coluna de Carlos Fernando dos Santos Lima na Crusoé, “Obrigado, Deltan”.

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