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PPP do ódio

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O TCU investiga as fontes de financiamento do “gabinete do ódio”.

Em sua representação, o procurador Lucas Furtado disse que o grupo comandado por Carlos Bolsonaro funciona como uma Parceria Público-Privada, com o aporte de recursos públicos e de empresas.

O procurador “pede que sejam identificados os integrantes do governo que compõem o ‘gabinete do ódio’ e, comprovadas as ilegalidades, que sejam punidos administrativamente e devolvam aos cofres públicos recursos usados para disseminar notícias falsas”, diz o Estadão.

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