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"Precisamos entender que alguns hábitos não são naturais. Ou nunca sairemos desse lamaçal"

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Sem citar o caso de Flávio Bolsonaro, a deputada estadual eleita Janaína Paschoal foi ao Twitter para condenar a prática chamada de “mensalinho” — em que assessores, muitas vezes fantasmas, são contratados para devolver boa parte do salário ao política que os contrata.

“Posso ser insuportavelmente chata, posso viver em um mundo que ainda não existe. Mas estou trabalhando para torná-lo real. No mínimo, nós precisamos falar sobre isso. Precisamos entender que alguns hábitos não são naturais, não fazem parte… ou nunca sairemos desse lamaçal!”, escreveu ela.

“Uma movimentação estranha, como toda a imprensa vem dizendo (responsavelmente), não implica ilicitude. Mas se os investigadores quiserem mesmo chegar a algum lugar, precisam dar alguma garantia aos assessores, para que eles falem…”, acrescentou.

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Comentários

  • Wanderley -

    pois é, o cara não dá nenhuma explicação e uma marolinha acaba virando um tsunami. tem que virar os holofotes para os 22 assessores que movimentaram 10,20,30 vezes mais

  • Polaco -

    Exemplo de corrupção sistêmica, assim como disse Dallagnol. Quer dizer então que não existe nenhuma prestação de contas das verbas gastas com assessores? É uma piada isso, e de mau gosto.

  • Marcela -

    Em todas as câmaras de vereadores, assembleias legislativas e no congresso a prática de tomar dinheiro de assessores e velha como andar para frente! Quanto mais assessores mais desvios de verbas!

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