Preocupadíssimo-íssimo

Em novembro do ano passado, um executivo da Galvão Engenharia confessou ter repassado 8,8 milhões de reais em propina a Shinko Nakandakari, o novo delator da Lava Jato. Ele apresentou ao Ministério Público notas fiscais e tabelas que comprovavam os pagamentos e disse que Shinko Nakandakari era o operador de Renato Duque.

Um fato, em particular, tem de ser investigado. Os pagamentos duraram de janeiro de 2010 a junho de 2014. Dito de outra maneira: os repasses de dinheiro sujo ao homem do PT na Petrobras cobriram exatamente duas campanhas eleitorais: a de 2010 e a de 2014. O tesoureiro de Dilma Rousseff, hoje, deve estar “preocupadíssimo”.

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