“Presidencialismo de corrupção”

Mais cedo mostramos que o Brasil tem 35 partidos políticos e outros 64 na fila. Ainda assim, há dificuldade para construir um acordo e votar a proposta de cláusula de barreira.

O professor Carlos Eduardo Reverbel, doutor em Direito do Estado e discípulo do jurista Cezar Saldanha, costuma dizer que o “presidencialismo de coalizão” no Brasil virou um “presidencialismo de corrupção”.

Também não há consenso na Câmara quanto ao fundão. Sobre o financiamento das campanhas, Reverbel afirma que não importa o tipo — público ou privado –, se o custo delas continuar alto, algo está errado. “O que precisa ser feito é baratear as campanhas”.

Deixe seu comentário

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade é do autor da mensagem;
Tempo de publicação: 4 minutos

200

  1. Já falei e falo de novo. Se as emissoras de TV têm concessão, obrigue elas a produzir e apresentar as propagandas de cada partido de forma igualitária. Aproveitando para otimizar os assuntos com cobrança e nas aqueles idiotas falando nome e número.

Ler mais 8 comentários
  1. Já falei e falo de novo. Se as emissoras de TV têm concessão, obrigue elas a produzir e apresentar as propagandas de cada partido de forma igualitária. Aproveitando para otimizar os assuntos com cobrança e nas aqueles idiotas falando nome e número.

  2. A cláusula de barreira é desnecessária.

    Basta zerar gastos públicos com campanhas eleitorais.
    Os partidos são Associações e devem ser sustentados por seus associados.
    Pelo menos nesse ponto o Partido Novo está na frente. Parabéns !

  3. Na verdade o maior problema é o ser humano(brasileiro corrupto por natureza).
    Esse é o único problema. Porque quer ganhar vantagem sobre tudo e todos. Nossos políticos são o exemplo e há quem apoia eles (farinha do mesmo saco também).

  4. _
    _
    O quadro econômico atual justifica aquilo que se chama “Economia de Guerra” – então, por que não fazermos como em eleições do período militar_?
    Na TV aparecia apenas a imagem estática do candidato (“retratinho / santinho”) acompanhada da leitura do programa e propostas do mesmo. Tudo em tempo limitado.

    Acrescento, os candidatos de hoje deveriam ser obrigados a serem coerentes com a ideologia preconizada por seus partidos – nada de “cortinas de fumaça” e “enrolação”.

    O custo seria baixíssimo, mas COM CERTEZA, isto não interessa nem àqueles que se dizem prejudicados e contra as campanhas “holiwodianas” – não é, operadores da mídia, e outros tantos que faturam muito com a máquina eleitoral_?
    _
    _

  5. O menor problema do Brasil é a quantidade de partidos políticos existentes, mas sim a forma de financiamento e a quantidade de estatais, Ministérios, órgãos públicos e cargos comissionados nas mãos do governante do momento para distribuir aos aliados, comprando assim toda a base de sustentação no Congresso Nacional.
    Tudo o que PT, PSDB, PMDB, DEM, PDT… querem é proibir a entrada de novos players e poder distribuir o bolo em Brasilia mais facilmente.
    Brasileiro é tão burro, tão ingênuo, tão metido a esperto e não está se dando conta que limitando o número de partidos e permitindo financiamento público com a quantidade de cargos à disposição do governante está dando um tiro no próprio pé, facilitando o domínio total do poder por parte de 1/2 dúzia de partidos. Vai ser muito mais fácil roubar e saquear o Brasil. Tá avisado!