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"Presidencialismo de corrupção"

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Mais cedo mostramos que o Brasil tem 35 partidos políticos e outros 64 na fila. Ainda assim, há dificuldade para construir um acordo e votar a proposta de cláusula de barreira.

O professor Carlos Eduardo Reverbel, doutor em Direito do Estado e discípulo do jurista Cezar Saldanha, costuma dizer que o “presidencialismo de coalizão” no Brasil virou um “presidencialismo de corrupção”.

Também não há consenso na Câmara quanto ao fundão. Sobre o financiamento das campanhas, Reverbel afirma que não importa o tipo — público ou privado –, se o custo delas continuar alto, algo está errado. “O que precisa ser feito é baratear as campanhas”.

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