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Presidente da Alesp vê ação de 'black blocs' e defende PM

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O presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, Cauê Macris, afirmou que um grupo de black blocs participou da depredação da sede da Alesp nesta terça (3), durante a votação da reforma da Previdência estadual, informa Fabio Leite na Crusoé.

O tucano defendeu a ação da PM, que usou spray de pimenta nos corredores da Assembleia, além de balas de borracha e bombas de efeito moral do lado de fora do prédio, para dispersar os manifestantes.

Macris disse ainda que. na véspera da votação, o comando de segurança da Alesp já havia identificado que um grupo de “delinquentes” tentaria provocar tumulto para impedir a votação do projeto enviado pelo governo João Doria.

Durante a confusão dentro da Assembleia, portas de vidro e de madeira foram quebradas, cadeiras, totens e esculturas foram arremessadas, tubulações e fiações foram arrancadas e paredes foram pichadas.

Segundo o presidente da Casa, 19 vândalos já foram identificados e serão cobrados pelos danos.

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