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Presidente da CPMI das Fake News defende que trabalhos durem, no mínimo, 180 dias

Presidente da CPMI das Fake News defende que trabalhos durem, no mínimo, 180 dias
Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) realiza reunião deliberativa. Na pauta, PDL 41/2019 que trata de acordo de cooperação educacional entre Brasil e a Federação de São Cristóvão e Névis. À bancada, senador Angelo Coronel (PSD-BA). Foto: Pedro França/Agência Senado

O senador Angelo Coronel (PSD), presidente da CPMI das Fake News, disse hoje que a Secretaria-Geral da Mesa Diretora do Senado informou que os trabalhos da comissão se encerrarão em 23 de dezembro — a equipe da comissão diz que não recebeu ofício nesse sentido.

Coronel avisou que vai se queixar da data com Davi Alcolumbre. Ele argumentou que a CPMI foi criada para funcionar, inicialmente, por 180 dias e que o prazo informado pela Secretaria-Geral coincide com praticamente a metade desse prazo.

“[Até 23 de dezembro será] impossível ouvir todos os que serão convocados”, afirmou ele, ao comentar que o número de oitivas poderá chegar a 220 — a primeira será amanhã, com o deputado federal tucano Alexandre Frota, ex-PSL.

De fato, se a CPMI foi criada para durar 180 dias, deveria se encerrar somente em 2 de março de 2020, caso esse prazo seja contado em dias corridos.

No site da comissão, consta realmente a data de 23 de dezembro como “prazo final”.

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