A privatização da Eletrobras no almoço

Michel Temer convocou Fernando Coelho Filho (Minas e Energia), Henrique Meirelles (Fazenda), Eliseu Padilha (Casa Civil) e o presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira, para um almoço-reunião hoje justamente para tratar da privatização da estatal, informa Andréia Sadi.

Serão apresentadas ao presidente propostas sobre a distribuição do dinheiro resultado dessa privatização, anunciada em agosto.

Uma das ideias, segundo Sadi, é dividir da seguinte forma: um pedaço para a União (bônus de assinatura), uma parte para abater dos encargos setoriais (que pode ajudar a reduzir a conta de luz) e recursos para a revitalização do São Francisco.

Com base nos últimos cálculos, o governo espera arrecadar 12,2 bilhões de reais com o processo.

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Ler 6 comentários
  1. Tem de vender tudo, não ficar com 20, 30, 40%. Ficar com algum percentual, só vai ser para ter de injetar dinheiro nessa empresa novamente.

    Ouvi na CBN que estaria somente reduzindo a participação de 60 para aproximadamente 40%, é isso mesmo ???

    1. Como o mecanismo das Golden Share vem sendo contestado pela União Europeia pode ser importante o governo manter uma participação importante na empresa (claro que se deve considerar a participação dos fundos estatais).

  2. Ahhhhhh! Mais uma previsão furada de vocês, hein, Antagonistas? Lembro-me bem do Cláudio Dantas, à beira de um ataque histérico, dizendo que isto seria uma “privatização meia-sola”. Comprem calmantes para o rapaz hoje, senão o pobre coitado acaba tendo um treco…

  3. Judiciário: manter prisão em segunda instância.
    Legislativo: aprovar reforma da Previdência.
    Executivo: realizar as privatizações que já propôs.
    .
    A economia não vai resistir pra sempre com apenas a promessa de reformas. Elas precisam ser feitas de fato. Uma hora o mercado perderá a confiança, e todos os índices econômicos desabarão de
    uma vez. Esse é o cenário perfeito para um populista ganhar a eleição de 2018 e terminar de afundar o Brasil.

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