Procuradores investigam viagens de Nuzman

O Estadão relata que procuradores estão investigando viagens à África do presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Nuzman.

Essas viagens, em 2009, foram intensificadas nos três meses que antecederam o pagamento de propinas –segundo a investigação– a dirigentes do Comitê Olímpico Internacional, para garantir a realização da Olimpíada no Rio em 2016.

Documentos diplomáticos mostram que Nuzman e seus assessores estiveram na Tunísia, no Egito, na República da Guiné, no Quênia, em Uganda, em Gana e na Nigéria.

Escreve o Estadão: “Para os magistrados, o empresário brasileiro Arthur Soares e o filho de Lamine Diack, presidente da Associação Internacional de Federações de Atletismo (…), foram utilizados como intermediários por Nuzman e pelo governador do Rio, Sérgio Cabral, na estratégia de ‘convencimento’ dos dirigentes africanos.”

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