“Propagandismo” dos delegados da PF

Luís Antônio Boudens, presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), não gostou do filme da Lava Jato.

Por meio de sua assessoria, ele disse à Folha que a obra exagerou no “propagandismo” dos delegados e traçou uma imagem caricata dos policiais federais.

“A permissão poética e a ficção retiraram a essência da Polícia Federal, ignorando aqueles que, de fato, descobriram a autoria e a materialidade de um dos maiores crimes de corrupção no país, dando lugar a uma mensagem corporativa.”

Em julho, Boudens, em entrevista à Jovem Pan, afirmou que a Lava Jato estava ameaçada e iria “se afundar em burocracia”.

22 comentários

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  1. Ou seja, esse tal de Boudens é um tremendo pessimista recalcado.
    Para ele, em breve, o mundo irá acabar em barranco e ele morrerá encostado. E quando chegar ao céu, o céu será um inferno…
    Esse cara é um daqueles que carrega um saco de lixo para todo o canto que vai.

  2. Informou a Veja:

    “Polícia Federal – A Lei é para todos” foi aplaudido de pé ontem em Curitiba ao final de sua exibição em pré-estreia.
    Enquanto isso, esquerdistas de todas as espécies batem o pé e falam mal do filme nas redes sociais.

  3. Além de tudo , sob acordo de delação , Funaro no Mensalão e o Youssef no Banestado como foi que tenham podido
    “operar” sob as barbas dos ditos órgãos de repressão , por cerca de dez anos, transgredindo o acordo com a dita justiça ???
    Isso para falar somente destes dois …
    Onde está o montante irrecuperável ,até agora sem apuração sequer do valor do saque , ainda que aproximado , muito maior do que se crê ?

  4. Alguém precisa avisar esse panaca que é um FILME e não um documentário.
    Temos que tomar cuidado com essa “nata” do funcionalismo público federal, porque boa parte deles é Petralha e quer manter seu status quo!

    1. O filme é a primeira parte de uma trilogia. Vai até a coercitiva de Lula. Logo, aguarde os outros 2 filmes.

  5. Parece ciúmes de marido traído, filme nunca é exatamente a realidade, “obra de ficção inspirada em fatos reais”, quem pode censurar? Ninguém né? Cala boca delegado.