PROPINA A OPERADOR DE AÉCIO

A Veja reproduz também anexo da delação de Léo Pinheiro que envolve Aécio Neves. O ex-presidente da OAS afirma ter pago propina em espécie relativa ao contrato de construção da cidade administrativa, em 2007, pagamento intermediado por Oswaldo Borges da Cota Filho, apontado como operador de Aécio.

“Em um dos encontros foi informado (…) que havia necessidade de pagamento de uma vantagem indevida de 3% do valor da participação de cada empresa no consórcio (…). A contraparte da OAS foi paga em espécie. (…) Segundo o declarante foi informado, as quantias eram condicionadas ao então governador Aécio Neves.”

O Antagonista também antecipou esta: