PROPINA EM CIDADES, SAÚDE E TURISMO

A nova fase da Operação Acrônimo é resultado das delações de Danielle Fonteles, dona da Pepper, e Vanessa Pimenta, secretária de Bené.

Elas entregaram à Polícia Federal um esquema de cooptação e pagamento de propina para que a Agnelo Pacheco elaborasse campanhas educativas dos ministérios da Saúde, Cidades e Turismo.

A Pepper recebeu R$ 1 milhão da Agnelo Pacheco numa campanha de combate à dengue e repassou R$ 200 mil a Bené – o que, segundo a PF, representa 50% do lucro que a agência obteve no contgrato.

Para ocultar a origem do recurso, a propina era repassada a Bené pela empresa Lumine.