Propina no Judiciário "nem se apura, arquiva-se"

Propina no Judiciário “nem se apura, arquiva-se”
Foto: Reprodução/Redes Sociais

A Lava Jato do Rio de Janeiro sabe que o STF vai engavetar – sem apurar – as denúncias da E$quema S sobre o pagamento de propinas no Judiciário, repassadas por meio de escritórios de advocacia.

Diz a Folha de S. Paulo:

“Algumas das histórias que embasaram a ação, contadas pelo delator Orlando Diniz, estavam na colaboração de Sérgio Cabral.

O ministro Edson Fachin até mandou abrir inquéritos com base nos relatos do ex-governador, mas pouco depois Dias Toffoli os encerrou, sem nenhuma investigação.

Para investigadores, o caso de Cabral mostra a forma com que as cortes superiores lidam com suspeitas envolvendo integrantes do Judiciário: nem se apura, arquiva-se.”

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