PROPINA PARA ASSESSOR DE TEMER

A reportagem de Veja sobre a corrupção nos estádios da Copa diz que a Andrade Gutierrez negociou o pagamento de 1% de propina na obra do Mané Garrincha.

A negociata foi iniciada com José Roberto Arruda e herdada por Agnelo Queiroz e Tadeu Filippelli, hoje assessor especial de Michel Temer. A obra custou R$ 1,4 bilhão – 87% acima do preço original.

“O então vice de Agnelo, Tadeu Filippelli, também solicitou à Andrade Gutierrez pagamento de propina via doações de campanha em favor do PMDB na ordem de 1% do valor do estádio”, disse Clovis Renato Primo, ex-diretor da empreiteira, em delação premiada.

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