Propina pré-datada

Em 7 de janeiro de 2014, um empregado da OAS e um empregado do Instituto Lula trocaram mensagens para combinar um contrato de uma palestra de Lula.

A Lava Jato descobriu, porém, que o pagamento já havia sido efetuado em novembro de 2013, e que o contrato foi pré-datado, com o único propósito de formalizar o depósito de 200 mil dólares na conta de Lula.

O Estadão citou o relatório da PF sobre o contrato:

“Embora o documento encontre-se datado de 1 de novembro de 2013, foram identificadas trocas de mensagens de e-mail, em 01/2014, entre os executivos da OAS Marcos Paulo Ramalho, Dante Fernandes e Renato Stakus acerca da minuta do contrato.

No diálogo, consta informação de que o pagamento do valor acordado já havia sido formalizado, conforme nota fiscal no 82, encaminhada, via e-mail, por Paulo Andre, do Instituto Lula, para Marcos Paulo Ramalho, da OAS, em 2 de dezembro de 2013″.

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