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Próximo alvo de Lula no Supremo é a força-tarefa

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Após tirar a delação de Antonio Palocci de um processo na Lava Jato, alegando motivação política de Sergio Moro, a defesa de Lula agora quer desgastar a força-tarefa no Supremo.

O advogado do petista voltou a movimentar a ação que aponta suspeição dos procuradores de Curitiba, pedindo novamente a Edson Fachin que inclua no caso as mensagens de celular roubadas pelos hackers.

No pedido, juntou decisão da Justiça Federal que deu ao procurador Diogo Castor de Mattos, uma das vítimas, acesso ao material e a laudos periciais sobre as mensagens.

“Urge que os Impetrantes também tenham acesso a esse material, afinal, chancelar esta discrepância de tratamento viola qualquer ideia de processo justo, não podendo se admitir que o Estado esteja acusando alguém e negue a essa pessoa elementos de prova de questão sob a sua posse — e que estão sendo utilizados pelo próprio órgão acusador”, afirmou.

As mensagens também estão armazenadas em outros três processos que tramitam no STF: no inquérito das fake news, relatado por Alexandre de Moraes, que investiga ataques aos ministros; numa ação do PDT relatada por Luiz Fux contra a destruição delas; e numa petição sigilosa, no gabinete de Ricardo Lewandowski, de objeto ainda desconhecido.

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