PSD do Senado não aceita acabar com gasto mínimo em saúde e educação

PSD do Senado não aceita acabar com gasto mínimo em saúde e educação
Foto: Pedro França/Agência Senado

A bancada do PSD no Senado, a segunda maior, se reuniu há pouco para discutir especificamente a PEC Emergencial, na qual está incluído o retorno do auxílio emergencial.

O líder, Nelsinho Trad, disse que a maioria dos 11 senadores decidiu não aceitar a proposta do relator, Márcio Bittar (MDB), de acabar com os gastos mínimos em saúde e educação.

“O PSD não vai mexer nessa questão e quer priorizar apenas e tão somente a votação referente ao auxílio emergencial. Quer desvincular uma coisa da outra.”

A previsão inicial era de que a PEC fosse analisada hoje, mas, como noticiamos mais cedo, as divergências entre os líderes acabaram adiando a votação, contrariando Rodrigo Pacheco.

Se o relator insistir no fim dos gastos mínimos nas duas áreas, acrescentou Trad, a tramitação poderá “atrasar e emperrar”, prejudicando a votação “do auxílio emergencial para quem mais precisa”.

A bancada do Podemos, terceira maior, tem o mesmo entendimento. As tendências de adiamento e fatiamento foram antecipadas ontem por O Antagonista.

Leia mais: Enquanto Brasília faz tudo errado, a Crusoé continuará fazendo o certo: fiscalizando o poder.
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