Psicodelismo fiscal

Gilmar Mendes fez uma defesa do teto de gastos públicos, apontando uma característica brasileira bem particular — para não dizer destrutiva — entre os que se opõem à medida:

“Às vezes eu digo que o Brasil é um país psicodélico. A ideia de que nós não devemos gastar mais do que arrecadamos parece algo óbvio nas nossas casas. Isso não é de esquerda nem de direita, mas isso se tornou um discurso de que quem faz isso é neoliberal. É algo extremamente extravagante.”

Que mistura: pobres e extravagantes.

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