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Quebra de sigilo identificou pagamentos de empreiteiras a Delfim Netto

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A quebra de sigilo fiscal e bancário das empresas de Delfim Netto e de seu sobrinho Luiz Appolonio Neto revelou diversos pagamentos por parte das empreiteiras que integraram o Consórcio Norte Energia, que venceu a licitação de Belo Monte.

O MPF identificou, por exemplo, 19 pagamentos realizados pela Andrade Gutierrez ao ex-ministro, num total de R$ 2,4 milhões.

Em relação à Camargo Correa, foram encontrados quatro pagamentos num total de R$ 150 mil.

No caso da Odebrecht, o MPF achou registros de R$ 63 mil e R$ 240 mil em nome de “professor”.

Valores menores, que totalizam R$ 69 mil, saíram da OAS para as empresas de Delfim Netto. A construtora declarou ter pago R$ 181 mil, mas os investigadores não conseguiram encontrar o registro do repasse.

Em relação à construtora J Malucelli, o MPF identificou o pagamento de R$ 183 mil à consultoria do ex-ministro.

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